Projeto aposta em conceito de “cidade de 10 minutos” e integração entre moradia e convivência
A Eco Construtora prepara sua chegada ao Altiplano, em João Pessoa, com um empreendimento voltado para o bem-estar. O projeto combina moradia, saúde e rotina em um mesmo desenho, com foco na valorização do tempo, do conforto e das relações na vizinhança.
A proposta da construtora segue a lógica da “cidade de 10 minutos”, com deslocamentos curtos, caminhadas possíveis e uma rotina menos dependente do carro.
O edifício será estruturado em tipologias variadas, com 39 pavimentos e andares que alternam entre três, duas e uma unidade por pavimento. De acordo com a Eco, essa diversidade permite que diferentes perfis convivam no mesmo endereço, mantendo níveis distintos de privacidade.
A arquitetura do empreendimento terá a assinatura da paraibana Leila Azzouz. Com fachada que aposta na transparência, com uso intensivo de vidro, além de chanfros, brises e assimetrias que geram sensação de movimento. A volumetria escalonada busca leveza e diálogo com o vento e a luz. A arquiteta explica a proposta do projeto.
“O edifício nasce com uma proposta mais orgânica, com formas que trazem leveza e movimento. A gente quis construir algo dinâmico, mas sutil, que conversasse com o entorno e com a vizinhança. Existe uma preocupação real em como esse projeto se posiciona na cidade e na rua”, afirma Leila.
O edifício contará com espaços integrados. A área de wellness ocupa posição central, com academia de aproximadamente 180 metros quadrados, integrada visualmente a uma piscina com raia semiolímpica de 25 metros. Sauna, espaço de massagem e ambientes dedicados ao cuidado pessoal completam o conjunto.
“A proposta não é criar áreas isoladas, mas um fluxo contínuo de uso. A academia se abre para o exterior, e a piscina dialoga com a iluminação natural. O térreo funciona como um ponto de encontro entre corpo, rotina e arquitetura”, complementa Azzouz.
Leonardo Bronzeado, sócio da Eco Construtora, afirma que a busca por um novo ritmo de vida orientou o projeto. “Quando pensamos nesse empreendimento, partimos da ideia de que viver bem hoje está muito mais ligado ao tempo e à saúde do que ao excesso. É um projeto que valoriza o cotidiano, as relações e o equilíbrio.”
Carlos Feitosa, também sócio da empresa, acredita que o empreendimento nasce para potencializar conexões. “A localização reforça isso. Estamos em uma região onde as pessoas já compartilham hábitos, referências e estilo de vida. O projeto surge para ampliar essas conexões, criando um ambiente onde tudo está próximo, inclusive as pessoas do seu networking.”
O edifício se integra ao bairro não apenas pela localização, mas pela forma como se abre para ele e incorpora sua dinâmica. “Cada detalhe foi pensado para que o morar acompanhe o ritmo de quem vive. Um projeto não pode se limitar à forma: ele precisa traduzir a vida de quem vai ocupar esse espaço”, conclui Leila Azzouz.